02 Janeiro 2008
A partir de hoje não há Urgência no Hospital do Fundão.Etiquetas: hospital do fundão, urgências fundão
27 Dezembro 2007
É o vale tudo no CHCB!
Assunto: Demissões no Centro Hospitalar da Cova da Beira
Autor: João Semedo
Dirigido a: Ministério da Saúde
O signatário esteve reunido com o Conselho de Administração (CA) do Centro Hospitalar da Cova da Beira, no passado dia 27 de Outubro, com o objectivo de recolher informação sobre a situação e a actividade assistencial realizada por aquela unidade de saúde e sobre a sua eventual integração num futuro Centro Hospitalar com o Hospital de Castelo Branco.
No decurso da reunião, o signatário teve a oportunidade de questionar aquele CA sobre um conjunto de informações que, entretanto, tinham chegado a este Grupo Parlamentar e que, em síntese, incidem sobre o relacionamento do CA com as chefias intermédias do hospital, nomeadamente, envolvendo a demissão de directores de serviços verificadas durante o mandato do actual CA. Na oportunidade, o CA prestou os esclarecimentos que entendeu por bem.
Posteriormente à reunião referida, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda recebeu mais informações sobre a ocorrência de outras situações da mesma natureza e que, apesar dos esclarecimentos então adiantados pelo CA, requerem e justificam que este Grupo Parlamentar retome o assunto no sentido de um mais detalhado e completo esclarecimento.
Entre aquelas informações, relevamos as seguintes:
- a demissão do director dos serviços farmacêuticos;
- a demissão dos directores dos serviços de hematologia e cirurgia geral;
- a saída de médicos especialistas (hematologia, gastroenterologia,…) para outros hospitais, na sequência de conflitos com o CA ou alguns dos seus membros;
1º Tem o governo conhecimento das demissões ocorridas no Centro Hospitalar da Cova da Beira?
2º Em caso afirmativo, o governo considera aquelas demissões devidamente justificadas e fundamentadas?
3º O governo considera e valida como boa prática de gestão a admissão de um profissional, no caso médico, sem que previamente seja auscultado e obtida a concordância do director do serviço no qual o referido contratado irá exercer a sua actividade?
4ª O governo considera que o CA do CH da Cova da Beira está em condições de assegurar a estabilidade interna necessária ao bom funcionamento dos serviços assistenciais?
5º E, por último, vai o governo ordenar à Inspecção Geral das Actividades em Saúde um inquérito à actuação do CA do CH da Cova da Beira, caso se confirme ter havido irregularidades nos casos e situações em apreço?
O Deputado do Bloco de Esquerda
Etiquetas: chcb
24 Novembro 2007
Etiquetas: tribunal de contas
19 Novembro 2007
Etiquetas: eventos
07 Novembro 2007
Realizam-se nos próximos dias 9 e 10 de Novembro, no auditório da Biblioteca Municipal de Castelo Branco, as XIX Jornadas de Estudo “Medicina na Beira Interior – da Pré-História ao Século XXI”. Para estas Jornadas os temas em foco são: “A criança na obra de Amato Lusitano”, “A criança na história da medicina na Beira Interior”, “Autores médicos da Beira Interior” e “Outros temas com interesse para a História da Medicina Ibérica”. Programa e Comunicações.Etiquetas: eventos
31 Outubro 2007

Etiquetas: congressos, guarda
29 Outubro 2007
Etiquetas: chcb

O médico e deputado do Bloco de Esquerda João Semedo afirmou após uma visita ao Hospital Pêro da Covilhã que o Governo criou uma grande embrulhada com o anúncio de criação de Centros Hospitalares na região, uma medida que “não irá acontecer”. Quanto à criação das ULS agora anunciadas, João Semedo concorda, referindo no entanto que a aposta deveria recair prioritariamente nos cuidados primários e não nos hospitalares.Etiquetas: chcb
26 Outubro 2007
Finalmente!Os HHs do SNS vão poder conter a despesa e equilibrar as contas.
Simples!
As farmácias hospitalares em processo de concessão (out sourcing) vão passar a vender medicamentos de distribuição exclusiva hospitalar para o tratamento dos doentes com patologias do cancro e Hiv/Sida.
Trata-se de dar cumprimento ao previsto no artigo 14.º do acordo "Compromisso para a Saúde", estabelecido entre o XVII Governo Constitucional e a ANF: Serão instaladas farmácias de venda ao público nos estabelecimentos hospitalares para dispensarem receituário dos serviços oficiais de saúde, devendo funcionar 24 horas por dia e 365 dias por ano. Estes serviços serão concessionados, sendo dada preferência a proprietários de farmácias localizadas na mesma zona.link
Trata-se da medida, mais humilhante, em prejuízo dos doentes do SNS, prevista no acordo de capitulação estabelecido entre o primeiro ministro, José Sócrates e a ANF. Eufemisticamente designado de "Compromisso para a Saúde".
24 Outubro 2007
Primeiro: O Ministro da Saúde afirma que a reorganização dos serviços de saúde no Interior vai passar pela criação do Centro Hospitalar da Beira Interior, agrupando os hospitais da Guarda, Covilhã, Fundão e Castelo Branco;Segundo: O Ministro da Saúde vai à Guarda e anuncia a criação da Unidade Local de Saúde da Guarda (Hospital Sousa Martins, Hospital de Seia e Centros de Saúde). Aproveita para anunciar o Centro Hospitalar da Beira Baixa (Covilhã, Fundão e Castelo Branco).
Terceiro: A Governadora Civil de Castelo Branco, Alzira Serrasqueiro, anuncia que a aposta do Ministro da Saúde é a criação, em breve, da Unidade Local de Saúde de Castelo Branco (Covilhã, Fundão, Castelo Branco e Centros de Saúde). E até acrescenta que já existe acordo técnico e que só falta mesmo o acordo político.
Basta! Já não há pachorra! Qual será a próxima aposta do Sr. Ministro?
22 Outubro 2007

Etiquetas: sns, tribunal de contas
18 Outubro 2007
“O controlo biométrico é desnecessário e é uma medida injusta, que não vai contribuir para aumentar a produtividade nos hospitais", afirmou ontem Manuela Arcanjo numa conferência realizada na Ordem dos Médicos. A ex-ministra da saúde considerou populista a medida que impõe o sistema biométrico (a famosa leitura da impressão digital) para controlo de assiduidade e pontualidade, que está a ser implementada nos hospitais.Etiquetas: ministério da saúde
15 Outubro 2007
Etiquetas: hospital sousa martins
12 Outubro 2007
Despesa do Ministério da Saúde sobe 0,9%
"O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) é o organismo do Ministério da Saúde que regista um maior aumento da despesa em 2008 (quase mais 12%), segundo a proposta de Orçamento de Estado, hoje apresentada pelo Governo.Este organismo poderá contar com 45,7 milhões de euros de receitas próprias, o que é superior ao valor orçamentado para este ano em 4,9 milhões de euros, um aumento justificado com o plano de investimentos para o triénio 2007-2009.
Em causa deverão estar os processos de reorganização da rede de urgências hospitalares e o previsto encerramento dos serviços de atendimento permanente dos centros de saúde, o que prevê um reforço dos meios de emergência médica, nomeadamente de ambulâncias.
Além disso, o INEM, juntamente com o Centro de Instalação da Rede Nacional de Segurança Interna, as forças de segurança, a Autoridade Nacional de Protecção Civil e a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, estará envolvido na reorganização do modelo de funcionamento do número único de emergência 112.
Esta reorganização, aprovada em Conselho de Ministros a 20 de Setembro e publicada hoje em Diário da República, prevê um «reforço» dos mecanismos de coordenação, através da criação de um grupo de especialistas, bem como a introdução de mecanismos automáticos de filtragem que diminuam os impactos de chamadas indevidas.
Ao contrário do INEM, o Infarmed (autoridade do medicamento) não tem qualquer variação na despesa face a 2007, enquanto a Entidade Reguladora da Saúde vê a despesa aumentar em 10,2%.
A despesa total estimada do Ministério da Saúde para 2008 é superior em 0,9% à prevista para este ano, mas ainda assim fica abaixo da inflação.
A despesa prevista para 2008 é de 8.645,6 milhões de euros, quando a estimativa para 2007 era de 8.564,4 milhões de euros.
Este aumento do total da despesa deve-se, essencialmente, ao aumento da despesa do Serviço Nacional de Saúde, que cresce 0,8%, mais 65,5 milhões de euros.
A proposta de Orçamento considera, contudo, este aumento «pouco significativo», atribuindo-o às «medidas de racionalização da despesa no sector».
Para o Serviço Nacional de Saúde, o Orçamento de Estado para o próximo ano consagra 7.937,2 milhões de euros, dos quais 7.900 milhões de euros se destinam a despesas de funcionamento, nomeadamente dos estabelecimentos de saúde do sector público administrativo (4.653,1 milhões de euros) e dos hospitais com estatuto de Entidade Pública Empresarial (3.077,2 milhões de euros).
Em relação à anterior proposta de Orçamento, os hospitais do sector público têm uma redução do financiamento de cerca de 585 milhões de euros, enquanto os hospitais EPE recebem mais 733 milhões de euros.
Já no Orçamento de Estado para 2007 se verificou esta tendência de redução de financiamento nas unidades do sector público administrativo e de crescimento nos 30 hospitais EPE.
A maior fatia da despesa do Orçamento do Ministério da Saúde destina-se aos encargos com aquisição de bens e serviços (6.281,6 milhões de euros), seguindo-se os gastos com pessoal (1.760 milhões de euros).
No subsector dos serviços de administração directa do Estado, os encargos com aquisição de bens e serviços têm um peso menor do que no subsector dos serviços com autonomia administrativa e financeira, onde estes encargos com bens e serviços significam 73% total da despesa.
No subsector dos serviços com autonomia administrativa e financeira incluem-se os encargos com os contratos-programa dos hospitais-empresa e a aquisição de mediamentos.
Na descrição das prioridades do Governo para a área da saúde estão previstos para o próximo ano benefícios adicionais para os utentes com necessidades específicas, como os oncológicos, os diabéticos, os utentes dos cuidados paliativos, os portadores de VIH/SIDA e os doentes com artrite reumatóide.
A saúde oral é apresentada como domínio prioritário, em particular na prevenção de problemas junto das crianças, idosos e grávidas com baixos rendimentos, mas a proposta de Orçamento não especifica quais as medidas a adoptar.
O Governo promete ainda continuar a expandir a Rede Nacional de Cuidados Continuados e a reorganizar os serviços de saúde mental.
Ao nível do planeamento dos recursos humanos, o Governo pretende, em 2008, usar a mobilidade de funcionários, para distribuir os profissionais de forma «mais equitativa e eficiente no território».
Etiquetas: orçamento
11 Outubro 2007
Apesar da construção ter terminado e o empreiteiro ter entregue a obra, ainda não é desta que o novo Centro de Saúde de Castelo Branco vai abrir ao público. Para que isso aconteça ainda falta (apenas) : construir acessos, abastecimento eléctrico, todo o equipamento e resolver o problema do acesso ao edifício que tem uma elevação de 70cm em relação ao nível térreo. Entretanto, foi anunciado que a obra terminou! Terminou?Etiquetas: castelo branco
01 Outubro 2007
Portugal em 19.º lugar no "ranking" da Saúde na Europa
"O Sistema Nacional de Saúde (SNS) português é o 19.º da Europa, segundo o "ranking" anual da Health Consumer Powerhouse, apresentado esta manhã em Bruxelas.De acordo com o relatório elaborado pela consultora sueca, que estudou os 27 estados-membros da UE mais a Noruega e a Suíça, a Áustria é quem melhor serve os seus pacientes, seguida da Holanda (líder em 2005) e da França (vencedora em 2006).
O "ranking" avalia 27 indicadores distribuídos por cinco categorias: direitos dos pacientes e informação, tempo de espera, resultado dos tratamentos, generosidade do sistema de saúde e acesso aos medicamentos. Na soma de todos os parâmetros, o SNS português obteve 570 pontos num total de 1000, sendo considerado "pouco generoso" tanto nos tratamentos como no acesso aos medicamentos.
O resultado alcançado significa uma descida de três posições em relação ao ano passado (era 16.º em 26 países), situando-se Portugal logo atrás do Reino Unido e da Itália. Dos três estreantes na tabela, apenas a Noruega (7.º) foi capaz de fazer melhor. Roménia (25.º) e a Bulgária (28.º) ficaram-se pelos últimos lugares da tabela."
Etiquetas: sns





